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Economia criativa: a oportunidade da América Latina

por Alessandra Nascimento * Todos os países da América Latina e Caribe (ALC) juntos representam 1.200 solicitações anuais de patentes segundo a Organização Mundial de Propriedade Intelectual. O número equivale a apenas 10% dos pedidos da Coreia do Sul, que tem 12.400. Outra situação que chama a atenção é que, enquanto a região responde por apenas 2,4% dos investimentos mundiais em pesquisa e desenvolvimento, EUA e Canadá são 37,5% delas e a Ásia, 25,4%. Importante ainda destacar que desses 2,4% que competem a ALC, a maior parte é dividida em três países da região – Brasil (66%), México (12%) e Argentina (7%). Na coluna Logística Portuária dessa semana vamos abordar a importância da economia criativa como oportunidade de desenvolvimento para a América Latina. Recentemente a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro lançou um estudo buscando avaliar o grau de participação da economia criativa na economia nacional. O “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil” apontou ...

Sugestão de leitura: El siglo de los mercados emergentes

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A sugestão de leitura da AN Comunicação & Marketing dessa semana vai para o livro   El siglo de los mercados emergentes de Antoine Van Agtmael. Boa leitura sobre o atual momento global.

Logística: Questão de Prioridade Nacional

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Alessandra Nascimento * Os problemas com a logística representam sérios entraves ao desenvolvimento e afetam seriamente economiado país. De acordo com um estudo do Instituto Logística e Supply Chain (Ilos), em 2012 os custos logísticos no Brasil ultrapassaram os 11,5% do PIB. Outro dado que merece ser friamente analisado foi apresentado pela Associação Brasileira do Agronegócio que cita que os problemas de logística e de infraestrutura geram perdas de 15% sobre o Valor Bruto de Produção (VBP), atualmente estimados em R$ 25 bilhões. Se faz a cada ano mais evidente os esforços para deslocamento e posterior exportação da produção brasileira. Os entraves, sensivelmente visíveis no país, também são compartilhados pelos nossos vizinhos na América do Sul em maior ou menor escala. Para discutirmos melhor esse tema, a coluna Logística Portuária desta semana conversou com consultor do conselho argentino de relações internacionais e expert em comércio internacional, Raul Ochoa....

Infraestrutura: o gargalo nosso de cada dia

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Alessandra Nascimento* As questões envolvendo a logística e os custos de transportes têm sido alvo de várias discussões no mundo. Os problemas, velhos conhecidos dos brasileiros são compartilhados também por argentinos, chilenos, uruguaios, dentre outros. Para uma maior reflexão sobre esse tema a coluna Logística Portuária  desta semana procurou o economista da Abeceb, consultoria de economia e negócios mais importante da Argentina, Mauricio Claveri. Ele faz menção as questões relacionadas à infraestrutura que acabam por interferir no preço dos produtos. “Um estudo da Organização Mundial do Comércio aponta que os custos de transporte dentro dos países membros do Mercosul são entre 20% a 30% mais altos que as tarifas praticadas o que impacta na perda da competitividade quando comparado com países de outros blocos econômicos”, avalia. Pertinente a essa questão, Claveri alerta para os impactos nas projeções de crescimento dos países. “A infraestrutura – precária ...

Os novos desafios do Brasil na visão do presidente da AEB

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Alessandra Nascimento* Mesmo enfrenando problemas internos como a insegurança jurídica e os entraves do chamado Custo Brasil o país vem se firmando como líder na América do Sul. Para conversar cum pouco mais sobre essas questões a coluna  Logístico Portuária  entrevistou o presidente da Associação de Comércio Exterior, AEB, José Augusto de Castro.Ás vésperas do Encontro Nacional de Comercio Exterior, Enaex, a ser realizado entre 7 e 8 de agosto no Rio de Janeiro, a 33 a edição tem como tema “Propostas para a Redução de Custos no Comércio Exterior”. Castro revela que no ano passado o país ocupou a 22ª posição no ranking de país exportador e teve participação de 1,32 % nas exportações mundiais, depois de ter atingido 1,41% em 2011. “Desde então o Brasil tem mostrado quedas, devendo cair uma vez mais em 2014 para 1,22%.Em contrapartida, a crescente demanda por produtos importados nos últimos anos fez o Brasil alcançar a 21ª classificação no ranking de país importa...

Os benefícios da cabotagem para a economia brasileira

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Alessandra Nascimento * A melhoria da competitividade brasileira começa por serviços de transporte mais modernos e adequados às realidades do mercado global. Segundo a pesquisa Confederação Nacional dos Transportes, CNT de Rodovias 2014, o modal rodoviário sozinho, responde por 60% do transporte de cargas no país e 90% do deslocamento de pessoas. A necessidade de se ter uma logística mais dinâmica é o tema dessa semana da coluna Logística Portuária. Na ultima edição do índice de competitividade global do Fórum Econômico Mundial, o Brasil aparece na 122ª posição dentre os 144 países pesquisados. Países como o Chile (31ª), Suriname (70ª), Uruguai (90ª), Bolívia (95ª), Peru (102ª) e Argentina (110ª) estão melhor posicionados em relação ao nosso país que é considerado uma das dez maiores economias do planeta. Voltando à pesquisa da CNT, ela identificou que cerca de 49,9% do pavimento das rodovias brasileiras apresenta algum tipo de deficiência e ainda há pontos crít...

A força das pequenas e micro empresas no desenvolvimento e crescimento do país

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Viviane Valente     "O desenvolvimento das pequenas e micro empresas é fundamental para o crescimento sustentável da economia de um país" As pequenas e micro empresas detêm um papel importante para a economia de um país e contribuem eficazmente para seu desenvolvimento e crescimento. Através da valorização desse segmento de empresas, países como Irlanda e Finlândia saíram do patamar de país agrícola e de baixo desenvolvimento econômico para exportadores de tecnologia e competitividade, obtendo níveis de alto crescimento e desenvolvimento econômico e social. Para alcançar tal nível, estes países adotaram diversas medidas e, dentre elas, incentivaram as pequenas e micro empresas com programas de fortalecimento do setor, a fim de obter força competitiva e tecnológica frente aos grandes do mercado internacional. As medidas utilizadas por Irlanda e Finlândia foram a adoção da redução tributária; a redução da burocracia; a promoção das empresas ao mercado externo; ...